O quinto concerto da temporada de 2023 apresenta alguns dos jovens regentes que integram a classe de Regência Orquestral da Escola de Música da UFRJ. Os projetos sociais em Música têm uma atuação importante não só para a formação de jovens instrumentistas, mas também para os regentes, que muitas vezes são oriundos dos próprios projetos. As obras apresentadas integram o Repertório Sinos, que estimula a criação de peças didáticas classificadas por níveis de dificuldade, oferecendo aos projetos sociais um extenso catálogo de partituras encomendadas e editoradas.
Na primeira categoria estão as obras dos compositores Fernando Morais (Primeiros sons e Primeiros passos) e Mateus Araujo (Suíte no1), que aceitaram o desafio de compor para os níveis mais básicos. A preocupação com a criação de peças paras as orquestras jovens foi o que motivou o compositor Ernst Mahle a compor para a Funarte, em 1983, a Pentafonia, uma obra já consa grada pelas orquestras jovens, com inúmeras execuções e gravações, que agora ganha uma nova edição. A transcrição é outra prática que possibilita a abordagem de obras cujo meio de execução original é outro. Assim é a Primeira Gavota, de Barrozo Netto, obra para piano transcrita por Mateus Araujo para cordas.
1- Mateus Araujo (1971) – Suíte no1 “Todo Santo dia” (2020)
I- Hora de acordar, né?
II- Café com pão
III- Professora boazinha
IV- Saudade
V- Férias Regência de Felipe Galdino
2- Fernando Morais (1966) – Primeiros sons e Primeiros passos (2020)
Regência de Alberto Richeli
3- Ernst Mahle (1929) – Pentafonia (1983) }
I- Lento II- Vivo Regência de Diana Sosa
4- Barrozo Netto (1881-1941) – Primeira Gavota (Transc. de Mateus Araujo)
Regência de Rafael de Miranda
Cordas da Orquestra Sinfônica da UFRJ Gravado em 15/12/2022 no Salão Leopoldo Miguéz